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Artigo 50
§ 1o Para efeito de compatibilidade da programação orçamentária a que se refere este artigo com a Lei no 6.404, de 15 de dezembro de 1976, serão considerados investimentos as despesas com aquisição do ativo imobilizado, excetuadas as relativas à aquisição de bens para arrendamento mercantil.
§ 2o A despesa será discriminada nos termos do art. 4o desta Lei, segundo a classificação funcional, expressa por categoria de programação em seu menor nível, inclusive com as fontes previstas no § 3o.
§ 3o O detalhamento das fontes de financiamento do investimento de cada entidade referida neste artigo será feito de forma a evidenciar os recursos:
I gerados pela empresa;
II decorrentes de participação acionária da União, diretamente ou por intermédio de empresa controladora;
III oriundos de transferências da União, sob outras formas que não as compreendidas no inciso II;
IV oriundos de empréstimos da empresa controladora;
V oriundos da empresa controladora, não compreendidos naqueles referidos nos incisos II e IV deste parágrafo;
VI decorrentes de participação acionária de outras entidades controladas, direta ou indiretamente, pela União;
VII oriundos de operações de crédito externas;
VIII oriundos de operações de crédito internas, exclusive as referidas no inciso IV deste parágrafo; e
IX de outras origens.
§ 4o A programação dos investimentos à conta de recursos oriundos dos orçamentos fiscal e da seguridade social, inclusive mediante participação acionária, observará o valor e a destinação constantes do orçamento original.
§ 5o As empresas cuja programação conste integralmente no orçamento fiscal ou no orçamento da seguridade social não integrarão o orçamento de investimento das estatais.








